“Cada pessoa tem a sua historia. - Cada pessoa tem uma familia. - Cada familia tem origems. - Você não é apenas o que você imagina que é!"


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

capitâo Francisco Xavier Paes de Barros 4° avô de Tiffany

Atualizado 6 de março 2015 por Tiffany



Francisco Xavier Paes de Barros, capitão Chico de Sorocaba,(4° avô de Tiffany) casou 1a vez com Rosa de Aguiar (filha do Coronel Antonio Francisco de Aguiar e de Gertrudes Euphrosina Ayres ), irmã do Brigadeiro Raphael Tobias de Aguiar. 2a vez casou-se com Anna Fausta de Aguiar,a irmã mais velha de Rosa de Aguiar e a terceira esposa foi Andreza Lopes de Oliveira.

Francisco Xavier Paes de Barros foi filho de Antonio de Barros Penteado e Maria Paula Machado.


Ele foi irmão de:

  • Angela Ribeiro de Cerqueira (nome e sobrenome de avó paterna e batizada 3 de avril 1778 em Itu) casada em 1795 com José Manuel de Mesquita. 
  • Genebra de Barros Leite, nasceu 1782 e faleceu 1736 em Lisboa, casada  1° vez com o Brigadeiro Luis Antonio de Sousa em 1797. e 2a vez com o Marquês de Monte Alegre 
  • Escholastica Joaquina de Barros, nascida em cerca. 1786, casada com o ouvidor géral Miguel Antonio de Azevedo Veiga 
  • Barão de Itu, Bento Paes de Barros, casado com Leonarda de Aguiar , filha do Coronel Antonio Francisco de Aguiar e de Gertrudes Euphrosina Ayres ), irmã do Brigadeiro Raphael Tobias de Aguair, de Rosa de Aguiar (esposa do capitão Chico que foi irmão do Barao de Itu),de Gertrudes de Aguiar (esposa do primeiro Barão de Piracicaba) e de Ana de Aguiar. 
  • 1° Barão de Piracicaba, Antonio Paes de Barros, nascido em Itu 1791 e falecido 1876 em São Paulo, casado com Gertrudes Eufrosina de Aguiar, nascida cerca 1798. 
  • Anna Joaquina de Barros, casada com João Xavier da Costa Aguiar, membro do clã Santista e irmão de 
  • Joaquim Floriano de Barros, falecido em 1830, casado com sua prima Eliza Guilhermina de Mesquita, avôs do Dr. Francisco Fernando Paes de Barros, o Pai de Salto. 
  • Maria de Barros Leite, casada com seu primo, o conselheiro e senador Francisco de Paula Sousa e Mello, nascido em 1791 e falecido 1851.

Ascendencia

O pai, Antonio de Barros Penteado nascido em 1742, era filho de Fernão Paes de Barros e Angela Ribeiro Leite ou Cerqueira. Sobre ele se pode ler na genealogia paulistana de Silva Leme:

“ Capitão Antonio de Barros Penteado, f.º do capitão Fernão Paes § 2.º foi às minas com seu irmão o capitão José de Barros n.º 2-5 e, na exploração da mina da Melgueira, conseguiu tirar em alguns anos uma arroba de ouro, com o que, voltando para S. Paulo, comprou terras em Itu onde ficou estabelecido. Casou-se em 1778 em Itu com Maria Paula Machado f.ª do capitão-mor Salvador Jorge Velho e de Genebra Maria Machado. Tit. Jorges Velhos. “

A sua descendência se legou aos tradições dos Jorge Velho, aos Penteados e aos Paes de Barros. Por todos essos troncos, os filhos de Antonio de Barros e Maria Paula Machado, participavam da nobreza paulista, costituida da essa casta dos descendentes dos primeiros povoadores portugueses e das 'indias guaianazes que os desposaram. Seus avôs maternos se haviam estabelicido com mineração de ouro em Sâo João d'El Rey.

Como referem o historiadors, Carlos de Almeida Prado Bacellar e Eudes Campos, a familia Paes de Barros de Itu e a familia de Aguiar-Ayres de Sorocaba tiverem de seguro interesses comum em casar os filhos e filhas. Efeitivamente 3 filhos Paes de Barros (Bento, Antonio e Francisco) casaram com 4 filhas dos Aguiar-Ayres (Leonarda, Rosa, Anna e Gertrudes) Mentre o filho, o brigadeiro Raphael Tobias de Aguiar casou em 1842 com a Marquesa de Santos.

A familia Paes de Barros, natural de Itu, grande produtora de açucar era jà muito rica. A familia do 5° avô de Tiffany Antonio Francisco de Aguiar, natural de Sorocaba, arrematador de diversos impostos, amealhou considéravel patrimonio ao longo dos annos. 
Por radicar-se em Sorocaba, a família Aguiar tinha sua riqueza vinculada ao ciclo econômico do tropeirismo, que abarcava como atividades econômicas principais a comercialização de muares, criados na região sul do Brasil, a manutenção de um serviço de transportes baseado em tropas cargueiras e os negócios feitos com gêneros da terra para abastecimento de pontos remotos no interior do País. 
Enquanto a fortuna dos Paes de Barros, amealhada de início, no século XVIII, a partir de lavras de ouro, provinha agora das extensas terras dedicadas ao cultivo de cana-de-açúcar em Itu. Em razão da comercialização do gado muar, Sorocaba estava intimamente ligada às áreas mineradoras e às áreas açucareiras, estas situadas no Oeste paulista, entre as quais se destacava a vila de Itu, elevada à condição de cidade conjuntamente com Sorocaba em fevereiro de 1842. A estratégia de entrelaçar fortemente as duas famílias por meio da instituição do casamento tinha, portanto, como objetivo básico, reforçar o poder político e a abastança das famílias.

Os casamentos realizados entre os Aguiar e os Paes de Barros também iriam facilitar o desenvolvimento das respectivas atividades econômicas, pois um lado da família se encarregaria de providenciar o meio de transporte apropriado para que a produção agrícola proveniente das fazendas que o outro lado da família explorava em Itu chegasse segura ao porto de Santos.

Francisco Xavier Paes de Barros 4° avô de Tiffany apelidado mais tarde de Capitão Chico Sorocaba, transferiu-se depois para Santos, casando-se, com duas irmãs Aguiar. (Rosa e Ana). A mudança de domicílio estava certamente ligada aos interesses familiares mantidos nessa localidade.

Conte-se tambem que os irmãos Bento (Barão de Itu) e Francisco (Capitão Chico) lutaram com o Brigadeiro Raphael Tobias, (4° tio-avô de Tiffany por o lato Aguiar) na revolução 1842.Foram presos e depois anistiados.

O interessante é que documentos historicos parecem indicar que o Marquês de Monte Alegre, 2° esposo de Genebra Leite de Barros (4a tia-avó de Tiffany), irmã mais velha dos irmãos Paes de Barros, nunca mereceu simpatia dos de Barros de Itu, os quais foram cunhados do Brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar que chefiara a revoluçâo do 1842 acompanhado dos seus cunhados, Bento Paes de Barros, futuro Barão de Itu e Francisco Xavier Paes de Barros, o capitâo Chico de Sorocaba  O marques de Monte Alegre casou com Genebra em 1819, Após a abdicação de D. Pedro I, em 1831, foi eleito para a Regência Trina Permanente, com o Brigadeiro Francisco de Lima e Silva e João Bráulio Muniz.



Biografia Francisco Xavier Paes de Barros

Pouco se sabe sobre o capitão Francisco Xavier Paes de Barros:Capitão Chico era irmão do Barão de Itu (Bento Paes de Barros) e do Barão de Piracicaba (Antonio Paes de Barros), homens que tiveram um papel importante no decorrer do processo de independência do Brasil, quando o Brasil se separaou de Portugal, em 1822Francisco Xavier Paes de Barros, conhecido por Capitão Chico de Sorocaba,nasceu ca. 1794 em Itu. Em 1842 ao lado de Diogo Antonio Fejo foi testemunha do casamento do brigadeiro com a Marquesa de Santos. Lutou com o seu irmão Bento, futuro Barão de Itu na revolouçao 1842, liderado por o seu cunhado Rafael Tobias. Casou-se em Sorocaba em 1827 a primeira vez com Rosa Cândida de Aguiar.Foi lhe doado em essa occasiâo por o seu cunhado, brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar,o casarão que hoje abriga o museu Sorocabano.Após o falecimento da primeira esposa , casou em 1847 com a sua  a cunhada, Anna Fausta Maria de Jesus de Aguiar, irmã mais velha de Rosa. Enviuvando pela segunda vez em 1852, o capitão Chico casou-se com Andreza Lopes de Oliveira, filha de Antonio Lopes de Oliveira e Maria Laurina de Almeida. O Capitão Chico faleceu o 3 de outobre 1875 em Sorocaba. (leia aqui sobre: falecimento Francisco Xavier Paes de Barros (pai))

Descendencia

segundo a Genealogia Paulistana por Silva Leme, Vol. III, Tit. Penteado, pag. 408 :

3-7 Capitão Francisco Xavier Paes de Barros, natural de Itu (o capitão Chico de Sorocaba), faleceu em 1875 em Sorocaba e foi casado 3 vezes:


1.ª em 1827 em Sorocaba com Rosa Candida de Aguiar Barros f.ª do coronel Antonio Francisco de Aguiar e de Gertrudes Eufrosina Ayres;

2.ª vez casou-se com Anna de Aguiar Barros, irmã de sua 1.ª mulher;

3.ª vez com Andreza Lopes de Oliveira, viúva de José da Silva Guimarães, f.ª de Antonio Lopes de Oliveira e de Maria Lauriana de Almeida.

Teve da 1.ª mulher os f.ºs. seguintes:
4-1 Maria Candida casada com o tenente coronel Joaquim José de Oliveira, de Sorocaba,
4-2 Dr. Francisco Xavier Paes de Barros, barão de Tatuí, reside em S. Paulo neste ano de 1904 (meu trisavó, casado 1. vez com sua prima Gertrudes Eufrosina de Aguiar Barros, filha do 1° Barao de Itu, Bento Paes de Barros) 2. vez com Cerina de Souza e Castro, viuva do Barao de Itapetininga).
4-3 Raphael Aguiar de Barros, f.º de 3-7, casou-se com Anna Leopoldina de Oliveira Lopes, filha  de Andreza Lopes de Oliveira (terceira esposa do pai Chico de Sorocaba) e 1.º marido José da Silva Guimarães,
4-4 Dr. Antonio Francisco de Aguiar Barros, falecido, foi casado com Genebra de Sousa Queiroz, sua prima, f.ª do barão e baronesa de Limeira.
4-5 João Aguiar de Barros casado com Amelia Lopes de Oliveira f.ª do coronel Antonio Lopes de Oliveira
4-6 Gertrudes Brazilica de Aguiar Barros, falecida, foi casada com Pedro Vaz de Almeida f.º do capitão Ignacio Dias de Arruda e de Manoela de Almeida. Com geração em Tit. Bicudo
4-7 Bento de Aguiar Barros, bacharel em direito, falecido em 1902 em S. Paulo foi casado com sua prima Francisca de Sousa Barros f.ª do dignitário Luiz Antonio de Sousa Barros e de sua 1.ª mulher Ilidia Mafalda de Sousa Barros,
4-8 Francisca Aguiar de Barros, última f.ª de 3-7 e da 1.ª mulher, casou-se com o coronel Antonio Augusto de Padua Fleury.

Da 2.ª mulher Anna de Aguiar não teve o capitão Francisco Xavier f.º algum.

Da 3.ª mulher Andreza Lopes de Oliveira teve os seguintes:
4-9 Carlos Paes de Barros, engenheiro civil pela universidade de Cornell, E. Unidos da América, é fazendeiro com cultura de café em Santa Rita do Passa Quatro,  casado com sua prima Alice de Sousa Queiroz f.ª do barão e baronesa da Limeira.
4-10 Brasilico Lopes de Barros, bacharel em ciências, casado com sua parenta Izabel de Sousa Mesquita, f.ª de Luiz de Mesquita Barros e de Clara de Paula Sousa, à pág. 388. 
4-11 Fernão Paes de Barros falecido solteiro.
4-12 Maria Lopes de Barros, última f.ª do capitão Francisco Xavier n.º 3-7 e 3.ª mulher, casou-se com o doutor em medicina Manoel Lopes Monteiro, seu parente.

Historico

No período da primeira presidência, aos quinze de dezembro de 1831, Rafael Tobias de Aguiar sugeriu a criação da Guarda Municipal Permanente: cem praças, a pé e a cavalo e a cavalaria composta por trinta soldados e um tenente, embrião da Polícia Militar de São Paulo. Ainda durante esse período iniciou o romance com a Marquesa de Santos Casou-se o brigadeiro Rafale Tobias com Dona Domitila de Castro Canto e Mello no dia 14 de junho de 1842, no oratório particular de sua mãe, sob as bênçãos do padre Romualdo José Paes, sendo o senador padre Diogo Antonio Feijó e Francisco Xavier de Barros testemunhas.

Segundo consta registrado em livro próprio, o casarão que abriga o Museu Histórico Sorocabano foi
doado pelo Brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar, como dote pelo casamento de sua irmã Rosa com o Capitão Chico.
O casarão foi construído em 1780 e hospedou, entre outras personalidades ilustres, a Marquesa de Santos (Domitila de Castro) quando da realização de seu casamento com o Brigadeiro Tobias, em 1842. (Fontes:Enciclopedia Sorocabana, Jornal Cruzeiro do Sul e Museu historico e geografico de Sorocaba)
Não sei se o capitão Chico morou em este casarão, segundo Bacellar ele trasferiu-se tambem em Santos 






quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Barão de Tatui - "Chiquinho", - Francisco Xavier Paes de Barros (filho), triavô de Tiffany

Barão de Tatuí, Francisco Xavier Paes de Barros


barão de Tatui, Francisco Xavier Paes de Barros
em revista "Cigarra", 11.12.1914
Francisco Xavier Paes de Barros, barão de Tatui, triavô de Tiffany 

"— Paulista, nascido em Sorocaba, em 1831 ; filho de Francisco Xavier de Barros.
De estatura regular, louro, claro, quasi imberbe.
Cursou em Olinda o segundo anno, em 1852, e os mais na nossa Academia. Teve sempre approvação plena.
Por seu trato afíavel, temperamento communicativo, era estimado de todos os collegas.
Depois de formado, não fez uso profissional do grau. Dedicou-se á vida de lavrador e nella formou fortuna.
Casou-se em segundas núpcias com a viuva do Barão de Itapetininga, tornando-se então um dos mais abastados capitalistas de S. Paulo.
E agraciado com o titulo de Barão de Tatuhy. O seu titulo nobiliarchico e a sua grande fortuna não alteraram em nada os hábitos singelos e a simplicidade de trato do dr. Francisco de Barros.
Esse facto, muito honroso para o Barão de Tatuhy, deu logar ao seguinte incidente que nos foi referido por pessoa conceituosa.


Era seu amigo e velho camarada o insigne philologo Júlio Ribeiro.
Entretanto, os dois amigos tinham-se, desde alguns annos, perdido de vista.
Encontrando-se uma vez em viagem de estrada de ferro, travaram palestra, tratando-se reciprocamente com a antiga familiaridade.


Cahiu a conversa sobre o Barão de Tatuhy, a cujo respeito o Júlio Ribeiro externou alguns conceitos desfavoráveis.
— Mas, Júlio, V. não tem razão — dizia-lhe o dr. Francisco de Barros — e explicava os factosarguidos.
— Qual! Chiquinho de Barros — insistia o Júlio
— V. é muito bom e julga os outros por si, aliás, não tomaria a defesa desse Barão de Tatuhy, que se casou por ambição. . .
— E como não defendêl-o, se o Barão de Tatuhy sou eu?
— É V.?!
— Eu mesmo.
— Então, perdôe-me. A minha gaffe não tem concerto possivel.
E emmudeceu. Logo depois, para tomar uma compostura, abriu um livro, e poz-se a lêl-o, ou a fingir que o lia.
Júlio Ribeiro costumava, elle mesmo, referir esse caso. Revelava-se contrariado com o dezaso que tivera, porque se antipathisára, sem o conhecer, com o Barão de Tatuhy, sempre fora muito amigo do Chiquinho de Barros. "


Encontrado em :

A ACADEMIA DE S. PAULO ,TRADIÇOES E REMINISCÊNCIAS, 
QUINTA SÉRIE,S. PAULO -1908Typ. «A Editora» — Largo do Conde Barão  — LisboaJ. L. DE ALMEIDA NOGUEIRA

FONTE:
http://archive.org/stream/academiadesopa05nogu/academiadesopa05nogu_djvu.txt

domingo, 17 de novembro de 2013

Madame Leandro Dupré - Mais uma escritora /memorialista na familia dos Paes de Barros.

Madame Lendro Dupré, Maria José Dupre

Madame Leandro Dupré – Mary Joseph- Maria José Dupré. Maria José Fleury Monteiro

Nem todos foram barôes, politicos e ricos! 
Tem ainda que escriveu sobre a histoira e filosofia de sua época. Memorias hoje muito preciosas para conhecer mais sobre a familia e de vida de ontem…..

Maria José Dupré, autora de „eramos seis“, livro mais conhecido dela hoje, foi descendente dos Paes de Barros por o lato de mae, Rosa Paes de Barros Padua Fleury, que foi casada com Antonio Lopes Monteiro.


Descende Maria José Dupré do ramo Barros-Aguiar.
Seus bisavós maternos foram o Capitao Chico, Francisco Xavier Paes de Barros e Rosa de Aguiar. Seus avós paternos foram membros de familia Lopes de Oliveira de Sorocaba, envolvidos na historia do ramo Barros-Aguiar na historia.

O capitão Chico foi filho de Antonio de Barros Penteado e Maria Paula Machado, residentes em Itu.
Foi irmão do 1° Barao de Itu, do 1° Barao de Piracicaba, de Genebra de Barros Leite, de Escholastica Paes de Barros, de Anna Joaquina Leite, de Angela Ribeiro Leite, de Floriano Joaquim de Barros e de Maria Leite de Barros.

Rosa de Aguiar, filha do Coronel Antonio Francico de Aguiar e Gertrudes Eufrzina Ayres de Sorocaba. Irmã do Brigadeiro Raphael Tobias de Aguiar, Gertrudes de Aguiar, Leonarda de Aguiar e Anna de Aguiar.


BIOGRAFIA SEGUNDO A WIKIPEDIA:

„„Nascida na fazenda Bela Vista, na época município de Botucatu, era filha de Antônio Lopes de Oliveira Monteiro e de Rosa de Barros Fleury Monteiro.

Maria José foi alfabetizada pela mãe e seu irmão mais velho. Ainda em Botucatu, estudou música em aulas particulares e pintura no Colégio dos Anjos. Sua formação literária, contudo, deu-se antes mesmo da frequência na escola: seus pais, apesar de não serem ricos, mantinham o hábito da leitura e ainda menina já tinha travado contato com livros clássicos portugueses e mundiais, de autores como Eça de Queiroz, Leão Tolstoi, Nietzsche, Rimbaud, Goethe e muitos outros.

Mudou-se para a cidade de São Paulo, onde cursou a Escola Normal Caetano de Campos, formando-se professora. Sua vida na literatura começa após se casar com o engenheiro Leandro Dupré.

Em 1939, publicou o conto Meninas tristes, no suplemento literário de „O Estado de S. Paulo“, com o pseudônimo de Mary Joseph, incentivada pelo esposo que dizia que suas narrativas eram "contos orais" que mereciam ser escritos.

Teve sua primeira obra literária publicada em 1941, intitulada O Romance de Teresa Bernard. Dois anos após publicou „Éramos Seis“, que veio a receber o prêmio Raul Pompéia da Academia Brasileira de Letras e o prêmio José Ermírio de Moraes. A obra recebeu diversas adaptações, começando por filme argentino em 1945 e depois em várias telenovelas com tradução para vários idiomas.

No ano de 1943 Dupré começa a publicar obras infantis com Aventuras de Vera, Lúcia, Pingo e Pipoca, também premiado pela ABL. Em 1944, junto ao marido Leandro Dupré, alia-se a Monteiro Lobato, Caio Prado Jr. e Artur Neves na fundação da editora Brasiliense.

As obras destinadas ao público infantil ganharam destaque com a série que narra as aventuras do Cachorrinho Samba, dos quais O Cachorrinho Samba na Rússia que venceu o Prêmio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro com títulos ainda editados.

Além de seu principal romance, teve traduzidos para outros idiomas os livros Gina e Os Rodriguez.

Consta que hoje o local da fazenda Bela Vista pertença ao município de Ribeirão Claro no Paraná por estar muito próxima da divisa entre São Paulo e Paraná.

Maria José Dupré faleceu em 1984 (outros dizem em 1987) e nâo tive filhos. „




Em 1969 publicou a sua memorias no livro „ OS CAMINHOS“
Recolhei alguns trechos do livro onde fala de sua familia:

Os Caminhos, Maria José Dupré

Os pais de Maria José Dupré


Maria José Dupré ou Madame José Dupré, como assinou tambem, foi filha de Rosa Aguiar de Barros Fleury e Antonio Lopes Monteiro.

Rosa Aguiar de Barros Fleury, filha de Francisca de Barros que foi irmã do Barão de Tatui (trisavô de Tiffany)


O pai de Maria José, Antonio Lopes Monteiro foi homem envolvido na lida da terra, no plantio, na criação de animais e outras atividades desenvolvidas por ele para a subsistencia da familia. Ele era filho de Lopes de Oliveira e de Monteiro, não quis estudar na capital, e quando conheceu Rosa de Aguiar de Barros Fleruy, era proprietàraio de uma olaria na cidade paulistana.


Sobre o pai, Marie José Dupré escreve:

„Papai, em seu modo rude de sertanejo, sempre se chamou de caboclo (homem do sertão de pele queimada pelo sol) Meu pai tinha fama de homem calado, sisudo e quietarrão. Media um metro e oitenta de altura, era magro e pelos retratos de moço bonito. Diziam que ninguém brincasse com Capitão Monteiro, era muito zangado. Não. Era muito bom, mas enérgico. Apesar de enérgico dizia sempre que nunca batera num filho e não achava necessario bater. O melhor era corrigir com palavras e exemplos. A prova do que ele diziaa é que muito antes da lei de alforria aos escravos, os pais dele, Lopes de Oliveira e Monteiro de Sorocaba, jà haviam libertado todos os seus negros, que continuavam, por amizade, a trabalhar para a familia. (os caminhos, p.17) „
Antonio Lopes tinha 32 anos quando casou Rosa que tinha só 16 anos. Ele escrevia muito bem, recitava Guerra Junqueira e sabia muitos versos de cor. Sabia todos os obras de Eça de Queiroz, assim como outras obras da literatura portuguesa. Maria José escreve que seu pai dizia:

 „no que toca à literatura do seculo passado foi a herança que recebi de meu pai „.(pag. 4).

Rosa recebi uma educaçao domestica junto a algumas primas que obtinham aulas .Conheceva a lingua francesca e as literaturas nacional e estrangeira e legia muitos jornais, livros e periodocos. Lilian Lacerda em um estudo sobre Maria José, * escrive que os infortunios levaram à mudança para Botucatu, para o sertão e depois novamente para Botucatu. A familia não dispunha mais de muitos recursos financeiros para os custos com a escolarização de todos os filhos e filhas. Assim, as irmãs moram durante uma temporada com parentes proximos e os meninos seguem para o colégio. Marie José vivia com a sua irmã Guiomar que foi casada. Em sua casa o marido possuia biblioteca com coleçao completa de Eça de queiroz. (*Lilian Lacerda, „Album da leitura“ )

Os avós maternos:

A mae Rosa, foi filha de Francisca Aguiar de Barros e do coronel Antonio Augusto de Padua Fleury.

1.Francisca nasceu em 24. Maio de 1842 em Sorocaba, e foi batezada em 16 de Junho. Foi irmã do Barão de Tatui, Francisco Xavier Paes de Barros (trisavô de Tiffany), como tambem de Maria Candida, Raphael de Aguiar Barros, Dr. Antonio Francisco Aguiar Barros, Joao Aguiar de Barros, Gertrudes Brazilica de Aguiar Barros, Bento de Aguiar Barros; eles todos meio-irmaõs de Carlos Paes de Barros, Brasilico Lopes de Barros, Fernão Paes de Barros, Marina Lopes de Barros.

Francisca casou em 28 Novembre 1860 com o Coronel Antonio Augusto de Padua Fleury.

A avó Francisca vem descrita com forte personalidade, mulher séria, aspera nos costumes, exigente e com expressões de permanente insatisfação. Apesar da imagem austera, sem traços de vaidade e sem manifestar muito carinho pelos netos, ela era a contadora de historias.

„ Eu gostava de ouvir as historias que narrava de suas viagens com meu avô (Padua Fleury) de Sorocaba até Goias. Muito mais tarde, coloquei esses fatos nos livros infantis que escrevi ( pag. 121).

2.O pai, Antonio Augusto de Padua Fleury era natural de Goias, foi comandante superior na Guarda Nacional. Em 1878 foi nomeado administrator do registro na …municipal de Sorocaba. Sostitui a Vicente de Oliveira Lacerda. Padua Fleury havia sido vereador em 1861-1864 e juiz de paz em 1876. morreu em 1882. Foi filho de Antonio Padua Fleury e Rosa Augusta ou Augusta Rosa ?

Avós paternos

Antonio Lopes Monteiro foi filho de

3,José Manoel Monteiro e

4.Maria Theresa de Oliveira.

Maria Theresa de Oliveira foi cunhada do Barão de Tatui, que casou em 3. nupcias com Andreza Lopes de Oliveira que foi a irmã de Maria Theresa. (por isso Maria Theresa de Oliveira foi tia dos meio irmãos do Barao de Tatui, que foram Carlos Paes de Barros, Brasilico Lopes de Barros, Fernão Paes de Barros, Maria Lopes de Barros.

Maria Theresa de Oliveira e Andreza Lopes de Oliveira foram filhas de Antonio Lopes de Oliveira casado com Maria Lauriana de Almeida, ( f.ª do major Francisco Manoel Machado e de Izabel Loureiro, n. p. de Pedro Machado da Silva, falecido em 1790 em Sorocaba, e de Anna Domingues, Tit. Arzam, n. m. de José Loureiro de Almeida e de Angela Paes de Almeida )

Escrive Maria José Dupré no seu livro "os caminhos": 

„ Eu crescia na fazenda Bela Vista e aprendia a ler e escrever com minha mãe. Aprendia a contar com meu irmão mais velho quando ele aparecia na fazenda. E quando Raul e Renato chegavam do colégio, nas férias, havia festa. As noites eram tranqüilas entre conversas e fatos que os meninos contavam do colégio à luz dos lampiôes de querosone suspensos sôbre a mesa de sala de jantar.Papai sentado na rêde, eu sentada ao seu lado, ouvindo a prosa. Lembro-me de mamàe debraçada sobre a màquina de costura e aquele tà-tà-tà me ficou nos ouvidos pela vida afora. Mamàe tinha conhecimentos gerais de tudo que aprenderia em casa de tia Genebra de Aguiar Barros que fora casada com um irmão de vovò.
(Nota: Quando Marie José fala de tia Genebra de Aguiar Barros, se refere a Genebra de Souza Queiroz, filha de Vicente de Souza Queiroz, o Barao de Limeira casado com Francisca de Paula Souza. O Barão de Limeira foi descendente de Ginebra de Barros Leite (4a tia-avõ de Tiffany), irmâ do 1° barao de Piracicaba, irmã do 1° Barao de Itu (4° avó de Tiffany , do cap. Chico de Sorocaba (4. avó de Tiffany), e ……..

A esposa do Barao de Limeira, Francisca de Paula Souza foi descendente de Maria de Barros Leite (tia-trisavõ de Tiffany, irmã do Barao de Tatui e filha do cap. Chico de Sorocaba, Francisco Xavier Paes de Barros, pai. Genebra de (Souza Queiroz)Aguiar Barros foi casada com Antonio Francisco de Aguiar (tio-trisavô de tiffany), tambem irmão do Barão de Tatui e de Francisca de Aguiar Barros Fleury, avó de Marie José Dupré), todos filhos e filha do Cap. Chico de Sorocaba con Rosa de Aguiar.

Botucatu, Fazenda Bela Vista, (Marie José Dupré)


Eu mal soletrava e jà conhecia as fàbulas de „La Fontaine“, gostava de recitar a „Cigarra e a formica“, imitando a pronuncia de mamãe. Minha mâe falava sobre o autor e o signifacção de cada historia e dizia que as criaturas humanas representam as mesmas historias. Ela recitava em alemão os versos de Schiller, de Heine e de Goethe, contava que aprendera com a mesma professora que ensinara prima Rosa Antonia, filha de tia Genebra.( A prima Rosa Antonia, filha de essa Genebra de Aguiar Barros foi casada com Agenor de Azevedo. Rosa Antonia foi irma de Francisca de Aguiar Queiroz, casada com Evarista Ferreira de vieiga )
Haviam aprendido juntas os classicos alemães e franceses. Eu pedia: „- Mamãe, recite aqueles versos de Heine….“- Ela recitava enquanto costurava…..(Maria José Dupre, Os caminhos, pag. 59-62). „

Marie José conte tambem de vida que faziam os avós (Francisca de Aguiar Barros e An.Augusto de Padua Fleury) entre Sorocaba e Goias.

„a comitiva deixava Sorocaba, os homens a cavalo e ela no bangüe, com as negras que a acompanhavam. Ela contava que nessa època havia indios e onças que aracavam as pessoas que viajavam atravàs das matas, quase não havia caminhos, eram trihas ou veredas no meio da floresta e atravessando os campos. Levavam muitos camaradas e quando faziam pouso, armavam barracas para dormir. Antes das quatro da tarde jà se recolhiam; colocavam os animais cercados por cordas, acendiam fogo para o feijão virado e café. Depois de dar ração aos cavalos, apagavam o fogo e se recolhiam. Sempre um homem ficava de guarda, no escuro da mata. Ela nunca conseguiu dormir, tinha muito mêdo. Era proibido acender mesmo um palito de fôsforo nas barracas e certa vez um dos camaradas acendeu o cachimbo de barro; bastou aquela luz e a fleccha veio certeira e matou o homem. Os indios deviam andar por perto, esperando uma oportunidade para matar os brancos odiados. Tentavam também roubar cavalos e meu avô passou muitas noites desperto, atirando com a carabina para afugentà-los. (Maria José Dupré, Os caminhos, pag. 121, 122) „

E sobre a vida de avó Francisca na fazenda:

„ Sei que estava na fazenda de sua avó com suas irmãs que teriam oito, nove e dez anos. Seu tio ?????estava em S. Paulo, ficava pouco na fazenda. Sei que um dia estávamos todos no terraço, tomando a fresca, quando um vizinho apareceu, num galope só, e avisou que se prevenissem, o Gumercindo não estava longe (…) Minha avó ordenou também que ninguém saísse de onde estava, ninguém fôsse trabalhar e que cada um ficasse no seu pôsto. Minha mãe contava que a calma de vovó era tão grande que a trnsmitia às outras mulheres.(…) Passaram três dias e très noites nessa agonia; se ouviam rumor do vento no jardim, pensavam que eram os bandidos que haviam passado a divisa sem que as sentinelas os percebessem. (…)quando mamãe lembrava esses fatos, vovó se agigantava aos meus olhos. Crescia. (Marie José Dupré. Pag. 3)“

Sobre a familia do pai, lembra Maria José:

„ Ele (o pai) ficou pensativo algum tempo, depois començou a falar sobre os parentes de Sorocaba. - Fale do brasao dos Oliveiras- eu pedia…..
Meu pai començava a desenhar o brasao A mão segura,na espada estão as letras: I.H.S. quer dizer Jesus Hominum Salvator. De um lado – sable e do outro lado – ouro. Hà um ramo de Oliveira espetado quase na base da espada e estas as palavras: Non Commovebitur, em latim. – Eu seguia as explicações e ele perguntava a minha mãe: està certo, Rosinha ? Ela dizia que sim e explicava o significaçâo das palavras em latim : não voltaràs, não demorevàs.
Quem lembrou de fazer o brasâo ? eu perguntava. – Um dos antepassadso, os Lopes que moravam em Sorocaba…..- Mamâe explicava que eram pessoas adiantadas na epoca, possuiem biblioteca em casa. Os unicos na cidade que tinham livros, tinha toda a coleção de Alexandre Dumas… Quem é mesmo Alexandre Dumas ? eu perguntava. Meus explicavam devagar, com paciencia, citavam os romances e contavam que o folhetim que vinha diariamente num dos jornais de Capital era de Dumas……Eu jà estava cochilhando, cabeça encostada na cabeça de papai, queria saber mais e eles diziam: Chega vai dormir. Mas não tenho sonho.. eu me lamentava, tomava as bençôes dos dois e ia para meu quartinho, sem vontade. Em minha cabeça misturavam-se os romances de Alexandre….Os Lopes de Sorocaba tinham biblioteca com livros de Alexandre. Gente importante, Tinham brasão. Muito bonito. Não voltaras atràs. Como é que eu não podiam voltar atràs? Todos os dias eu voltava para tràs, esse era a verdade. Nâo seguia o brasão dos Lopes de Oliveira. Maria José, pag. 85-87.“

Sobre o seu nome de autora: MADAME LEANDRO DUPRé:

"Chegou a hora do nome. Eu disse que preferia um pseudônimo, o mesmo do conto: Mary Joseph. Houve discussão, troca de ideias, outros foram consultados. Ninguém compraria um livro de autor desconhecido e com nome esquisito. Imaginava os sorrisos engraçados: "Agora você virou romancista? Escritora?" E se ninguém comprasse? Se o romance não tivesse sucesso? Artur Neves falou com energia: "Um romance com esse pseudônimo estaria condenado ao fracasso..." Leandro teve uma ideia: "E se ficar Sra. Leandro Dupré? O que o senhor acha?" Voltou-se para mim e disse brincando: "Iremos juntos para o sucesso ou para o fracasso..."


Sobre o seu marido Leandro Dupré
„Leandro tocava violino numa orquestra de amadores, na qual se tornou o primeiro violino. Ensinou-me a apreciar os grandes Músicos e compositores. Um dia eu disse: - Sabe? Gosto de Alberniz, de Brahms, de Mozart, de Debussy, mas nunca pude entender Wagner, acho tão longe, longe demais para meu entendimento, està muito alto. – Você vai adorar a musica de Wagner, vai ouvi-la até comprendê-la. Isso conteceu anos mais tarde, quando viajamos pelos Estados Unidos.( Pag. 237)“


Marie José pousou para " O creme Pond's", da Johnson & Johnson

Sobre a sua casa natal, a fazenda Bela Vista, escrive: 

" Não olhei para trás quando deixei a chácara pela ultima vez. Só voltei a cidade uns vinte anos depois e nada mais existia: nem a casa, nem as árvores, nem os pássaros. Em seu lugar haviam construido uma Escola Profissional ou instituto não sei bem..."

Efeitivamente onde estava a fazenda Bela Vista parece foi vendido o terreno e foi costruida a escola profissional secundaria de Botucatu.

Para saber mais : historia escola profissional Botucatu

Botucatu, Fazenda Bela Vista, (Marie José Dupré), depois escola profissional secundaria

Maria José Dupré foi autora de vários livros, mas foi o romance Éramos Seis, obra premiada pela Academia Brasileira de Letras, que a lançou efetivamente no mercado. Prefaciada por Monteiro Lobato, o livro foi traduzido para o espanhol, francês e sueco e transformado em filme na Argentina, e em quatro ocasiões, na forma de telenovela no Brasil. Escreveu para o público adulto também.

Principais obras:

* O Romance de Teresa Bernard (1941)
* Éramos seis (1943)
* Gina
* A Casa de Ódio
* Os Rodriguez
* Dona Lola (continuação de Éramos seis)
* Luz e Sombra
* Vila Soledade
* Angélica
* Menina Isabel
* Os Caminhos
* A Ilha Perdida
* O Cachorrinho Samba
* O Cachorrinho Samba na Fazenda
* O Cachorrinho Samba na Floresta


Quando você estiver cansado da profusão de novidades que nos são empurradas diariamente, dê uma olhada em Maria José Dupré. Tenho certeza que a surpresa será boa !!!


Maria José Dupré (Maria José Fleury Monteiro)
Fontes: 
"os caminhos" por Maria José Dupré, 
"Eramos seis", por Maria José Dupré
Genealogia Paulistana,
Wikipedia
Lilian Lacerda, „Album da leitura“


Resumo parentesco famila Paes de Barros – Aguiar e Marie José Dupré:

Antonio de Barros Penteado (1742-1820) e Maria Paula Machado (5°s avós de Tiffany) de Itu, foram pais de :
  1. Angela Ribeiro de Cerqueira
  2. Joaquim Floriano de Barros
  3. Genebra de Barros Leite
  4. Escholastica Joaquina de Barros
  5. Bento Paes de Barros, o Barão de Itu (4° avô de Tiffany)
  6. Antonio Paes de Barros, o 14 Barão de Piracicaba
  7. Francisco Xavier Paes de Barros, o capitão Chico de Sorocaba, ca. 1794 – 1875,(outro 4° avô de Tiffany). Casou 3 vezes. Sem geração com a segunda esposa.
Os filhos com Rosa de Aguiar, a primeira esposa, foram:
7.1. Maria Candida
7.2. Dr. Francisco Xavier Paes de Barros, Barâo de Tatui, 1831-1914, (trisavô de Tiffany)
7.3. Raphael Aguiar de Barros
7.4. Dr. Antonio Francisco de Aguiar Barros
7.5. João Aguiar de Barros
7.6. Gertrudes Brazilica de Aguiar Barros
7.7. Bento de Aguiar Barros
7.8. Francisca de Aguiar Barros (n. 1842) tia-trisavó de Tiffany, casou 1860 com Antonio Augusto de Padua Fleury, foram pais de :

7.8.1. Rosa Augusta de Barros Fleury, casada com Antonio Lopes Monteiro.
{Nota: descendencia Antonio Lopes Monteiro: Ele foi filho de Maria Theresa Lopes de Oliveira, irmã de Andreza Lopes de Oliveira que foi a terceira esposa de 7.Francisco Xavier Paes de Barros (pai),4° avô de Tiffany. Essas 2  irmãs, Andreza e Maria Theresa, foram descendentes de familia de Antonio Lopes de Oliveira (o velho), casado com Maria Lauriana de Almeida, ambos de Sorocaba.

Tem outro parentesco: Antonio Lopes Monteiro foi cunhado de 7.12. Maria Lopes de Barros (abaixo) e ela foi filha do Barão de Tatui com Andreza Lopes de Oliveira. Maria Lopes de Barros foi casada com o irmão de Antonio Lopes de Oliveira e Andreza Lopes de Oliveira foi tambem tia dele. Andreza Lopes de Oliveira foi madastra do tio-trisavô de Tiffany Raphael de Aguiar Barros,ele foi irmão de Francisca de Aguiar Barros e o Barão de Itu. Andreza foi tambem madrinha de primeira filha de Raphael de Aguiar Barros c/c Anna Leopoldina da Silva Barros que foi filha de Andreza Lopes de Barros com o 1° marido 
José da Silva Guimarães }

7.8.1. Rosa Augusta de Barros Fleury e Antonio Lopes Monteiro foram pais de

  • 7.8.1.1. E????. Fleury Monteiro
  • 7.8.1.2. Anna Fleury Monteiro
  • 7.8.1.3. Oswaldo Fleury Monteiro
  • 7.8.1.4. Guiomar Fleury Monteiro
  • 7.8.1.5. Zenon Fleury Monteiro
  • 7.8.1.6. Renato Fleury Monteiro
  • 7.8.1.7. Raul Fleury Monteiro
  • 7.8.1.8. Maria José Fleury Monteiro,1898- 1984/87chamada Madame Leandro Dupré, casada com Leandro Dupré. Sem geração.
  • 7.8.1.9. Nuno de Barros Fleury

                7.8.2. Francisco de Barros Fleury
                7.8.3. Augusta Aguiar de Barros Fleury

Os filhos de 7. Francisco Xavier Paes de Barros com Andreza Lopes de Monteiro, terceira esposa, foram:
7.9. Carlos Paes de Barros
7.10. Brasilico Lopes de Barros
7.11. Fernão Paes de Barros
7.12. Maria Lopes de Barros

8. Anna Joaquina de Barros, 

9. Maria de Barros Leite (ultima filha de Antonio de Barros Penteado e Maria Paula Machado)