“Cada pessoa tem a sua historia. - Cada pessoa tem uma familia. - Cada familia tem origems. - Você não é apenas o que você imagina que é!"


sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Santo Frei Galvão - parente dos nossos antepassados

Frei Galvão

Parentesco com Frei Galvão


Antônio de Sant'Ana Galvão, mais conhecido como Frei Galvão, ou São Frei Galvão (Guaratinguetá, 1739 — São Paulo, 23 de dezembro de 1822)  foi canonizado pelo Papa Bento XVI em 11 de maio de 2007, tornando-se o primeiro santo nascido no Brasil.

Isabel Leite de Barros, a mãe do Santo Frei Galvão, nasceu e foi batizada em 11/07/1717, na Capela do Rosário, no bairro do Tetequera em Pindamonhangaba.

Os pais de Isabel Leite de Barros, Gaspar Corrêa Leite e Maria Leite Pedroso, casaram-se em São Paulo, em 1705, e mudaram-se para Pindamonhangaba. (NOTA: Maria Leite Pedroso foi irmã de Beatriz de Barros, 7a avó de Tiffany, casada com Manoel Correa Penteado e por isso : Beatriz de Barros foi tia-avõ do Frei Galvão)
Isabel tinha como irmãos o Capitão Inácio Corrêa Leite e o Padre José Corrêa Leite entre outros.)

Os avós paternos de Frei Galvão eram
o Capitão Pascoal Leite de Miranda e Ana Ribeiro e

os avós maternos eram
Pedro Vaz de Barros e Maria Leite de Mesquita (8°s avós de Tiffany)

Os bisavós paternos
eram Antonio Rodrigues de Miranda, de Portugal, e Potência Leite (tambem 9°s avós de Tiffany), filha de Pascoal Leite Furtado e de Isabel do Prado que, por sua vez, era filha de João do Prado (vindo para São Vicente, em 1531) e de Filipa Vicente. Por outro lado, e ainda bisavós paternos, estavam Sebastião Fernandes Corrêa e Ana Ribeiro.

(ATTENçÃO :Essos bisavós paternos foram tambem trisavós maternos: Isabel do Prado e Paschoal Leite Furtado foram trisavós de Beatriz de Barros. O marido de Beatriz, Manoel Correa Penteado foi PRIMO de Beatriz por ser neto de Potencia Leite e Antonio Rodrigues de Miranda. Potencia Leite foi irmã de Maria Leite, bisavó de Beatriz de Barros. Potencia Leite e Maria Leite foram ambas filhas de Isabel do Prado e Paschoal Leite Furtado, ver grafico em Beatriz de Barros e Manoel Correa Penteado)

bisavós do lado materno,
os bisavós eram Antonio Pedroso de Barros – filho do Capitão-Mor Pedro Vaz de Barros, de Algarves (Portugal) e de Luzia Leme, irmã de Pedro Dias Paes Leme e tia de Fernão Dias Paes Lemes, o Governador das Esmeraldas –, e Maria Pires de Medeiros, filha do Capitão Salvador Pires de Medeiros e de Inês Monteiro de Alvarenga.

Ainda eram também bisavós maternos: Domingos Rodrigues de Mesquita de Torre de Moncorvo, Bragança (Portugal), e Maria Dias (ou Leite), filha do bandeirante Pedro Dias Paes Leme. Pedro Dias Paes Leme era filho de Fernão Dias Paes e de Lucrécia Leme. Lucrécia, por sua vez, era tia dos Capitães Braz Esteves Leme e Mateus Leme do Prado (donos de sesmarias em Aparecida) e irmã de Pedro Leme (casado com Helena do Prado), e filha de Braz Teves e Leonor Leme, vindos da Ilha da Madeira, Portugal.

Isabel Leite de Barros, a mãe do Santo, casou-se com o Capitão-Mor Antonio Galvão de França em 08/02/1733. Antonio Galvão de França era natural da cidade de Faro, em Portugal, e filho de Manuel de França e de Águeda Maria Galvão.


Finalizando  pelo lado materno, Frei Galvão teve ascendência nas famílias: Corrêa Leite, Pedroso, Vaz de Barros, Mesquita, Pires, Medeiros, Alvarenga, Leme e Prado, entre outras…… .

(Fonte :Benedicto Lourenço Barbosa,  autor da trilogia “Nossas Origens”)
jazigo de Frei Galvão , Mosteiro da Luz São Paulo


Escrive Fr. Adalberto Ortmann, „Frei Antonio de Sant´Anna o filho de Guaratinguetá, nas tradições de famílias paulistas“, in “Revista do Arquivo Municipal”, São Paulo, vol. LXXXIV, 1942, pp. 75-76.
„……. Possuía Frei Galvão um dom todo especial para pacificar desavenças e restituir a paz a inimigos pessoais. Por vezes, sua simples presença era suficiente para restabelecer a paz em lares nos quais reinava a discórdia.
 Um fato desses ocorreu em Itu, na residência do tenente e ouvidor Fernando Paes de Barros, que não se entendia bem com sua esposa Dª Maria Jorge de Almeida. (Fernando Paes de Barros foi filho de José de Barros Penteado e Maria Dias Leite, José de Barros Penteado filho de Fernão Paes de Barros e Angela Ribeiro Leite, 6°s avós de Tiffany.)
 O casal recebeu Frei Galvão na mesma casa em que, mais tarde, hospedou o Imperador D. Pedro II. Reservaram para o religioso um quarto, mas curiosamente este o recusou, dizendo que desejava passar a noite em outro aposento. E apontou para o quarto do casal.
 Surpreendidos por aquela atitude insólita, os donos da casa lhe fizeram a vontade.

 Na manhã seguinte, encontraram a cama intacta, pois o religioso não a usara. Mas desde esse momento, sem que soubessem explicar o porquê, cessaram completamente as desavenças entre os cônjuges….“

Manoel Correa Penteado e Beatriz de Barros 7°s avós de Tiffany foram primos

Todas as famílias descendem necessariamente de outras, sendo que o início de cada uma se tem de fazer no momento em que se autonomizam com um nome e uma identidade simbólica própria.

A familia Paes de Barros tem ascendencia em muitas outras familias como os Pedroso Vaz de Barros, os Penteados, os Leme, Mesquita...etc colocados assim por Pedro Taques e Gonzaga Silva Leme nas respetivas opéeras. (pode ler mais na pagina sobre-genealogia e parentesco 



Muito provavelemente o "inicio" dos Paes de Barros se pode encontrar com o capitão Fernão Paes de Barros casado com Angela Ribeiro Leite (de Cerqueira), filho de Beatriz de Barros e Manoel Correa Penteado (7° avós de Tiffany). Efeitivamente encontrei em seus descendentes o maior numéro de pessoas que tem o sobrenome Paes de Barros (sempre segundo Taques e Silva Leme). Os primeiros (sempre segundo Taques na Nobiliarquia Paulistana) se chamavam com o sobrenome Paes de Barros foram Fernão e Sebastiao Paes de Barros (9°s tio-avôs de Tiffany), filhos de Pedro Vaz de Barros I, o patriarca, e Luzia Leme. Mas o conceito dos sobrenomes em epoca colonial em Brasil nem sempre é muito claro. Pois muitas vezes os filhos não derivam o sobrenome do patronímico do pai, mas usam o próprio patronímico do pai, outras vezes tomam o mesmo patronímico do avô paterno, ou avô materno, ou bisavô paterno, ou bisavô sogro do avô paterno. 
Por conta dessa prática fica tudo muito confuso na compreensão dos sobrenomes na genealogia.

Manoel Correa e Beatriz de Barros (7° avós de Tiffany), foram primos. Ambos pelo lado das respetivas mães. Tiveram como antepassados em comum :
Izabel do Prado (filha de Joao do Prado e Filippa Vicente) casada com Paschoal Leite Furtado, como se pode entender na dispensação matrimonial dos seus descendentes :

dispensaçãoes matrimoniais:



Transcrição dispensação matrimonial de Manoel Correa Penteado/Beatriz de Barros e irmães/irmãos.


1º registro:
Reverendo Senhor Vigario da Vara

Expoemse acui por parte dos humildes oradores Manoel Correa
Penteado, e Breatis de Barros; Pascoal Leite Penteado e Luzia [Leme];
João Correa Penteado, e Izabel Paes; Joseph Correa Penteado e
Lucrecia Lemme, elles oradores irmãos legítimos e ellas oradoras tambem irmans (irmãs) legitimas e todos naturais e moradores nesta villa de São Paulo q (que) estão contratados p.a (para) se Receberem na forma do sag. conc.Trid. (Sagrado Concílio Tridentino) oq. (o que)
não podem fazer por serem parentes no terceiro p.a o quarto grao (grau) de consanguinidade como se ve da exposição seguinte:De sua ascenden(cia) Potencia Leite e Maria Leite foram irmans legitimas, de Potencia Leite
nasceo (nasceu) Clara de Miranda mae delles dittos oradores [ a traduzir]Maria
Leite foi mae de Maria Dias, da qual foi filha Maria Leite mae
dellas dittas oradoras. A cauza q (que) allegam p.a a dispensa [ ilegível ] oriundos de neophisis, posto q (que) em grao (grau) remotissimo, serem ellas oradoras
das pessoas principais desa villa e destes não se achará facilm.te (facilmente)huns
q (que) não sejam seus parentes, por seachar de prezente a família de [seos] progenitores muito estendida. E na fe de ser facil, e justa [Illegivel a dispensa pois ?]
há largo tempo q (que) recolheo o pae dellas oradoras aos dittos [oradores em] sua casa, do q (que) poderá resultar algum? escandalo/posto q(que) [ilegível] se não tiver effeito esse contrato; demais q (que) elles oradores tem [agora]
a industria p.a sostentarem a ellas oradoras por [ illegivel ou a traduzir]
agora [??????]/ sem o encargo de irem ao sertão, calidade (qualidade) q.  (que) não achará nos mais [ilegível].


                                                                  Pello q (que)
P. P. Aqui fica servido admittir a sua petição
efeitas as diligencias necessarias remetter ao Illustrissimo
Snõr Bispo p.a q. Seja servido dispensar [ ilegível]
dittos oradores no impedim.to acima referido.


Justifique perante [ilegível]
SP. 3 de Outubro de 689 (1689)

Notas:
  • BREATIS
    (um erro ? seria BeaTRis )

  • por serem parentes no terceiro p.a o quarto grao (grau) de consanguinidade...........Potencia Leite e Maria Leite foram irmans legitimas, de Potencia Leite nasceo (nasceu) Clara de Miranda mae delles dittos oradores [...]Maria Leite foi mae de Maria Dias, da qual foi filha Maria Leite mae dellas dittas oradoras
    ver grafico em baixo *
  • neophisis,
  • serem ellas oradoras das pessoas principais
  • por seachar de prezente a família de [seos] progenitores muito estendida
neophisis = de origem remoto de novo “geração”...(?) ( do grego νέος néos, = novo, fresco, jovem, e φύσις physis = natura ou tambem textura natural) poderia indicar tambem o mestiçagem de indios.
A familia dos Leme jà em 1541 foi em São Vicente e tiveram engenho de açucar. Em essa epoca deve hàver significado riqueza e familia importante. Pedro Vaz de Barros "neto", o pai das esposas. Ele foi neto do capitão-mor Pedro Vaz de Barros, "o patriarca" e Luzia Leme. Luzia Leme foi tia do "governador das esmeraldas"
Joao do Prado tambem foi um dos primeiros povoadores em São Vicente.
  • há largo tempo q (que) recolheo o pae dellas oradoras aos dittos [oradores em] sua casa,
o pae = Pedro Vaz de Barros (neto ou o moço), neto de Pedro Vaz de Barros e Luzia Leme. Foi casado com Maria Leite de Mesquita, pais de Beatriz de Barros, Izabel Paes, Luzia Leme e Lucrecia Leme.

(Interessante
parece que  Manoel Correa Penteado e os seus irmãos viveram em casa de Pedro Vaz de Barros e Maria Leite de Mesquita antes de casados...." recolheo o pae dellas oradoras aos dittos [oradores em] sua casa, do q (que) poderá resultar algum escandalo/posto q(que) [ilegível] se não tiver effeito esse contrato;.................."que andaram no sertão  para sostentar as filhas...")


*Grafico parentesco Beatriz de Barros e Manoel Correa Penteado


Grafico parentesco de Manoel, Joao, Paschoal e José Correa Penteado e
de Beatriz, Izabel Paes de Barros e  Lucrecia e Lucia Leme de Barros


Avós/ tronco comum: 
Izabel do Prado (filha do Joao do Prado e Filippa Vicente), casada com Paschoal Furtado Leite)

1° grau: as filhas que são irmâes: 
1. Potencia Leite, 
2. Maria Leite

1. Potencia Leite cc com Antonio Rodrigues de Miranda, pais de 
1.1.Clara

2. Maria Leite c/c com Pedro Dias Paes Leme, pais de 
2.1.Maria Leite (Dias)

2° grau: Neto/a: (e primas entre si)

1.1.Clara de Miranda c/c com Francisco Rodrigues Penteado, pais de 1.1.1.

2.1. Maria Leite (Dias) c/c com Domingos Rodrigues de Mesquita, pais de 2.1.1.

3° grau: bisnetos e bisneta (primos em 2.grau)

1.1.1. a) Manoel, b) Joao,  c) Joseph (José), d) Paschoal, (filhos de Clara de Miranda)

2.1.1.Maria Leite de Mesquita, (filha de Maria Leite (Dias)


4° grau: trinetas (primas de 1.1.1. a-d): 


Beatriz, Isabel, Luzia, Lucrecia, (filhas de 2.1.1.)

Parentesco e consanguinidade

1. parentesco

Parentesco é a relação que une duas ou mais pessoas por vínculos de sangue (descendência /ascendeência) ou sociais (sobretudo pelo casamento).

O parentesco estabelecido mediante um ancestral em comum é chamado parentesco consanguíneo, enquanto que o criado pelo casamento e outras relações sociais recebe o nome de parentesco por afinidade. 
parentesco é tambem o vinculo de sangue existente entre duas ou mais pessoas com um ascendente comum. O ascendente comum chama-se TRONCO, e os laços que o ligam a cada um dos seus descendentes chamam-se LINHAS 

Chama-se de parentesco em linha reta quando as pessoas descendem umas das outras diretamente (filho, neto, bisneto, trineto, tataraneto, etc), e parentesco colateral quando as pessoas não descendem uma das outras, mas possuem um ancestral em comum (tios, primos, etc)

2. consanguinidade

Consanguinidade - é a afinidade por laços de sangue.

É o grau de parentesco entre indivíduos com ascendência comum. Pode-se medir o quanto um determinado indivíduo é consanguíneo com outro através da medida chamada "grau de consanguinidade".

O Direito Civil e o Direito Canónico não são sempre coincidentes na contagem dos graus de parentesco. Os grau canónicos de parentesco, sâo diferentes. Aqui, conta-se um grau por geração, a partir do tronco comum.

Assim, os irmãos são parentes do 1º grau de consanguinidade,

os primos-direitos do 2º grau,

os primos segundos do 3º grau e assim sucessivamente.

No caso de haver diferença de geração, diz-se que são parentes dentro do grau sénior. Assim, por exemplo, tio e sobrinho são parentes dentro do 1º grau.



Filhos de Beatriz de Barros e Manoel Correa Penteado 


1. Padre José de Barros Penteado faleceu nas minas de Mato Grosso deixando grande fortuna que repartiu em legados pios deixando 4.000 cruzados a cada um de seus sobrinhos

2. Fernao Paes de Barros (6° avô de Tiffany). Nasceu em Araçariguama, Município de S. Roque (SP). Em 03 de Outoubre 1731 casou na Freguesia da Sé, S. Paulo (SP) com Ângela Ribeiro Leite (ou de Cerqueira). Foram pais de: 1. Maria de Cerqueira Paes, 2. 
Ana Matilde (religiosa ongregada), 3. Francisco de Barros Penteado, 4. Custodia Celia de Cerqueira, 5. Capitão José de Barros Penteado , 6. Capitão Antônio de Barros Penteado (5° avó de Tiffany), 7. Manoela Perpétua de Cerqueira, 8. Potência Leite, 9. Inácio de Barros Penteado e 10. .Maria Rosa de Cerqueira Câmara. Fernão faleceu em Santana do Parnaíba (SP).

E tradição, refere-nos Silva Leme, que o capitão Fernando Paes de Barros tendo sido fiador de um hespanhol que, tentando desviar o rio Tieté num lugar denominado Rasgão, abaixo de Pirapora, perdeu todo seu trabalho, compromettendo ao mesmo tempo os haveres do fiador, deixando-o em condições precarias de fortuna. Entretanto, seus filhos se dirigiram as minas e adquiriram novo cabedal em ouro.
O Rasgão é uma prova do grande esforço dos parnahybanos em busca do ouro. Queriam desviar o curso do Tieté, numa grande volta que elle faz, para exploração da areia em secco. Não conseguiram finalizar a obra gigantesca por difficuldades em rochas durissimas. Estas eram arrebentadas pelo processo primitivo: aqueciam-nas com o calor de enormes fogueiras, que as envolviam em todas as dimensões e, com repetidos jactos de agua, ellas se partiam. Depois, com alavancas ou picaretas, extrahiam os pedaços. As pedras mais compactas não cederam à exhaustiva operação e o trabalho ficou parado tambem por difficuldades financeiras.
O Rasgão fica a sete kilometros de Pirapora e, segundo a tradição, é todo aurifero. Attribuem a direcção do primeiro córte, uns aos moradores de Araçariguama, naquelle tempo do termo de Parnahyba, e outros a Fernando Paes de Barros, cujas finanças se arruinaram por completo, pela fiança a um emprestimo de seu amigo hespanhol.
 
(fonte: http://www.rootsweb.ancestry.com/~brawgw/parnaiba/sph44.html )

3. Manoel Corrêa de Barros,  casou-se em 1742 em Itu com sua parente Maria de Campos f.ª de Manoel Ferraz de Campos e de Anna Ribeiro.(Maria de Campos descende de José Correa Penteado  (irmão de Manoel Correa Penteado) casado com Izabel Paes, a irmã de Beatriz de Barros.
Manoel Corrêa de Barros faleceu em 1779 em Parnaíba com 82 anos de idade

Manoel Corrêa de Barros e Maria de Campos foram avós do primeiro barão de Campinas Bento Manoel de Barros (casado com Escholastica Francisca Bueno ) o qual està sepultado na Capela-mor da Igreja de Nossa Senhora de Boa Morte em Limeira.

4 Anna Pires casou-se com Antonio Dias da Silva f.º do capitão João Dias da Silva e de Izabel da Silva.

5 Maria Leite da Escada casou-se com o capitão André de S. Paio Botelho, de quem foi a 1.ª mulher. Faleceu Maria da Escada em 1727 em Parnaíba (lesa do juízo).

6 Maria Dias de Barros casou-se com o capitão Francisco Gonçalves de Oliveira, natural de Viana do Minho, 

7 Luzia Leme Penteado,  tirou dispensa em 1712 para casar-se com seu tio materno Manoel Pedroso de Barros f.º de Pedro Vaz de Barros e de Maria Leite de Mesquita e irmão de BEATRIZ DE BARROS.(C. Ec. de S. Paulo). Não sabemos se chegou a efetuar o casamento, ou se teve geração.  Manoel Pedroso de Barros,  tirou dispensa em 1712 para casar-se com sua sobrinha Luzia Leme Penteado f.ª de Manoel Correa Penteado e de Beatriz de Barros


CURIOSIDADE sobre 7) Luzia Leme Penteado e Manoel Pedroso de Barros em Projeto compartilhar ( LINK:)
 "Manuel, nascido por 1690. Em 1719 (e não em 1712 como está na GP) entrou com pedido de dispensa para casar com sua sobrinha Luzia Leme, alegando que “por desgraça deflorou o orador a oradora” e “pelo brio de seus irmãos e mais parentes” corriam ambos risco de vida, só sanável pelo casamento. Relutou a igreja a dar a dispensa por ser o parentesco muito próximo, resultando em um longo processo, ouvidas que foram inúmeras testemunhas.(ACMSP, Dispensas Matrimoniais, 1718-1720, cod. 8-4-2)"


OBRIGADA PRIMA BERNADETE PELA TRANSCRIçÂO