“Cada pessoa tem a sua historia. - Cada pessoa tem uma familia. - Cada familia tem origems. - Você não é apenas o que você imagina que é!"


sábado, 9 de fevereiro de 2013

Bento Paes de Barros, 1° Barão de Itu, 4° avô de Tiffany

Atualizado 28.05. 2015 por Tiffany

Bento Paes de Barros, 1° barâo de Itu, (4° avô de Tiffany) nasceu ca. 1788 em Itu, SP, foi filho de Antonio de Barros Penteado e Maria Paula Machado.
Bento Paes de Barros
1° barão de Itu,
4° avô de Tiffany,
Fotografia do Acervo
de Marquesa de Itu,
sua sobrinha e nora.

Irmão de:
  • Angela Ribeiro de Cerqueira (nome e sobrenome de avó paterna e batizada 3 de avril 1778 em Itu) casada em 1795 com José Manuel de Mesquita.
  • Escholastica Joaquina de Barros, nascida em cerca. 1786, casada com o ouvidor géral Miguel Antonio de Azevedo Veiga
  • Genebra de Barros Leite, falecida 1736 em Lisboa, casada com 1. vez Brigadeiro Luis Antonio de Sousa, em 1797 e 2. vez com o Marquês de Monte Alegre em 1822.
  • Capitão Chico de Sorocaba, Francisco Xavier Paes de Barros, falecido em 1875, casado com Rosa de Aguiar ( 4°s avôs de Tiffany, por ser pais do Barão de Tatui, ( 3° avô de Tiffany), casado coma a filha do Barão de Itu, que foi Gertrudes de Aguiar Barros, 3a avó de Tiffany).
  • 1° Barão de Piracicaba, Antonio Paes de Barros, nascido em Itu 1791 e falecido 1876 em São Paulo, casado com Gertrudes Eufrosina de Aguiar, nascida cerca 1798.
  • Anna Joaquina de Barros, casada com João Xavier da Costa Aguiar, membro do clã Santista e irmão de
  • Joaquim Floriano de Barros, falecido em 1830, casado com sua prima Eliza Guilhermina de Mesquita, avôs do Dr. Francisco Fernando Paes de Barros, o Pai de Salto.
  • Maria de Barros Leite, casada com seu primo, o conselheiro e senador Francisco de Paula Sousa e Mello, nascido em 1791 e falecido 1851.

Ascendencia

Antonio de Barros Penteado nascido em 1742, era filho de Fernão Paes de Barros e Angela Ribeiro Leite ou Cerqueira. Sobre ele se pode ler na genealogia paulistana de Taques:
Capitão Antonio de Barros Penteado, f.º do capitão Fernão Paes § 2.º foi às minas com seu irmão o capitão José de Barros n.º 2-5 e, na exploração da mina da Melgueira, conseguiu tirar em alguns anos uma arroba de ouro, com o que, voltando para S. Paulo, comprou terras em Itu onde ficou estabelecido. Casou-se em 1778 em Itu com Maria Paula Machado f.ª do capitão-mor Salvador Jorge Velho e de Genebra Maria Machado. Tit. Jorges Velhos. “

(nota: uma arroba corrisponde cerca à 14 kg)

O pai de Antonio de Barros Penteado, Fernão ou Fernando Paes de Barros descobriu ouro no rio Guaporé, Mato Grosso, nos anos 1730. Fernando era trineto de Pedro Vaz de Barros que veio de Portugal para o Brasil em ca. 1598, dando origem à família Paes de Barros com a sua esposa Luzia Leme.

Do lato materno Bento Paes de Barros descende dos Jorge Velhos. Sua mãe Maria Paula Machada foi filha do cap.-mor de Itu, Salvador Jorge Velho e Genebra Maria Machado. 
Salvador Jorge Velho e sua mulher legaram à sua descendência aos tradições dos Jorge Velho, aos Penteados e aos Paes de Barros. 

Por todos essos troncos, os filhos de Antonio de Barros e Maria Paula Machado, 5°s avós de Tiffany, participavam da nobreza paulista, costituida da essa casta dos descendentes dos primeiros povoadores portugueses e das 'indias guaianazes que os desposaram. Seus avôs ,aternos se haviam estabelicido com mineração de ouro em Sâo João d'El Rey. 
Ainda em 1819 Genebra de Barros Leite, a irmã mais velha de Bento Paes de Barros, era a jovem viuva do rico brigadeiro Luiz Antonio de Souza, uma primeira dama da sociedade paulista que casou em 2as nupcias com Jose de Costa Carvalho, mais tarde (depois a morte de Genebra em 1836) barâo, visconde com grandeza e marques de Monte Alegre em 1854.( José de Costa Carvalho foi eleito Deputado pela Bahia à Assembleia Geral nas legislaturas de 1826 a 1833, em 1827 fundou o O Farol Paulistano, primeiro periódico impresso e publicado em São Paulo.Após a abdicação de D. Pedro I, em 1831, foi eleito para a Regência Trina Permanente, com o Brigadeiro Francisco de Lima e Silva e João Bráulio Muniz)

Biografia

Bento Paes de Barros (1788 – 1858), 1° Barão de Itu, nasceu em Itu e foi um político influente de seu tempo. Ocupou o cargo de capitão-mor da Vila e foi vereador em 1832. Ele e seu irmão Francisco Xavier Paes de Barros o capitão Chico de Sorocaba e tambem 4° avô de Tiffany, , lideraram as tropas de Itu na Revolução Liberal de 1842, motivo que os levou a serem perseguidos. Documentos historicos parecem indicar que o 2° marido de Genebra de Barros Leite,a irmã do Bento e Francisco Xavier, o José de Costa Carvalho nunca mereceu simpatia dos de Barros de Itu.
Chico de Sorocaba,irmão de Bento, foi comandante da Guarda Nacional e membro do Partido Liberal e participou da Revolução de 1842 ao lado do seu cunhado Rafael Tobias de Aguiar, governador de S. Paulo. Francisco Xavier Paes de Barros foi casado com outra irmã do brigadeiro Rafael, Rosa de Aguiar (são tambem 4°s avós de Tiffany).

Bento Paes de Barros casou em 14.12.1820 em Itu com Leonarda Francisca de Aguiar Barros, irmã de Rafael Tobias de Aguiar, sorocabano, líder maior da Revolução de 1842. Ela 14 anos, ele 32 !!

O título de nobreza, BARÃO DE ITU lhe è concedido em 11.10.1846, conforme Decreto Registrado no Livro VII, Pag. 110, Seção Histórica do Arquivo Nacional.
Foi o primeiro titulo de nobreza a ser conferido à um ituano!

O Barão de Itu, faleceu em 09 de fevereiro de 1858 e seu corpo está enterrado na Capela São João de Deus da Santa Casa de Misericórdia de Itu, da qual foi um dos fundadores e primeiro Provedor (1840-58).
Santa Casa de Miséricordia, Itu
Foto google street view
Santa Casa de Miséricordia, Itu
Foto google street view


A fundação do Hospital de Santa Casa de Misericordia ganhava cada vez mais importância, Durante visita do imperador Dom Pedro II, a obra do novo Hospital recebeu dele importante donativo de três contos de réis.
Descrevendo a cidade de Itu em meados do século XIX, antigos cronistas informavam que a imagem de São João de Deus da confraria da Misericórdia era procedente da Itália. A capela fica ao centro do nobre edifício do hospital, considerado melhor da Província à época de sua construção. Franqueada ao público em 1867, a Santa Casa teve no Barão de Itu um de seus principais benfeitores, sendo responsável por seu funcionamento, as Irmãs de São José.
Varias fontes dizem que ele era dono de dois grandes engenhos de açúcar em Piracicaba e Capivari. Ainda não encontrei um registro sobre isso.


Filhos do 1° Barão de Itu e Leonarda de Aguiar

  • Gertrudes Aguiar Paes de Barros, falecida antes de 1892 (conforme os documentos de nascimento do meu avô Victor Franz Xavier de Barros, ela jà era falecida em 1892). Ela era casada com seu primo, o Barão de Tatui, Francisco Xavier Paes de Barros, filho do Chico de Sorocaba, irmão do 1° Barão de Itu.
  • Leonarda de Aguiar (filha), casada com seu primo Coronel Raphael de Aguiar Barros, 2° Barão de Piracicaba (filho do irmão, Antonio Paes de Barros, 1° Barão de Piracicaba, e sua esposa Gertrudes Eufrosina de Aguiar, outra irmã do Brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar.) Assim os respetivos tios/tias eram tambem os respetivos sogros/sogras.
  • Anna Barros de Aguiar, casada com seu primo materno, João Tobias de Aguiar Castro (filho de Rafael Tobias de Aguiar e a Marquesa de Santos)
  • Dr. Rafael Aguiar de Barros (fundador do Jockey Club em São Paulo), casado com sua prima/sobrinha Francisca de Azevedo Barros (neta de Escholastica Joaquina de Barros, irmã do Barão de Itu)
  • Dr. Antonio de Aguiar Barros, Marquês de Itu, casado com sua prima Antonia de Aguiar Barros (filha do 1° Barão de Piracicaba, irmão do Barão de Itu)
  • Dr. Francisco Xavier de Aguiar, casado com sua prima/sobrinha Dona Angélica de Souza Queiroz (neta de Genebra de Barros Leite, irmã do Barão de Itu)
  • Outros, segundo a Genealogia Paulistana: Maria 1, Maria 2, Bento 1, Bento 2, Raphaela, Antonio 


O sobrado em Itu

O sobrado que hoje abriga o Espaço Cultural Almeida Júnior (Secretaria
casa do Barão de Itu,
hoje Espaço Cultural Almeida Jr., Itu

Foto Google street view
 Municipal da Cultura) foi de propriedade do 1° Barão de Itu.
Havia, em 1720, uma casa térrea onde residiam os temidos irmãos João e Lourenço Leme. Com o descobrimento de ouro em Cuiabá/MT, os Leme se tornaram ricos e ainda mais violentos: aterrorizavam a população com sua brutalidade e desafiavam até as imposições de representantes do governo português. Por ordem do governador da Capitania de São Paulo, Rodrigo Cezar de Menezes, foram perseguidos e mortos em 1722.


(CURIOSIDADE: Estes irmãos Leme foram terceiros primos de Beatriz de Barros, bisavó do barão de Itu e 7a avó de Tiffany. Beatriz de Barros foi casada com Manoel Correa Penteado. Beatriz de Barros foi bisneta de Luzia Leme que foi casada com Pedro Vaz de Barros. São 10°s avós de Tiffany. Luzia Leme foi filha de Fernando Dias Paes e Lucrezia Leme. Lucrezia Leme foi irmã de Pedro Leme, o bisavó de João e Lourenço Leme, os na epoca temidos irmãos Leme de Itu.!!!)


Mais de um século depois, em 1850, a antiga casa de estes "primos" Leme já não existia e o terreno foi utilizado para a construção do casarão de Bento Paes de Barros, Barão de Itu em 1846 e 
grande produtor de cana e café. Em meados do século 19, mandou construir uma nova casa, originalmente térrea. Situado na esquina da Rua Paula Souza, antiga Rua Direita, com o Passeio Público Marcos Steiner Neto (Becão), antiga Rua XV de Novembro, o prédio foi inaugurado em 1858. Pouco tempo residiu na casa, pois faleceu no mesmo ano de sua inauguração, em 1858.
casa do Barão de Itu,
hoje Espaço Cultural Almeida Jr., Itu
Foto google street view
Com seu falecimento, coube à baronesa Leonarda de Aguiar Barros (4a avó de Tiffany) e às suas escravas zelar pela grande quantidade de quartos e dependências da casa. Em 1881, após o falecimento da baronesa, o imóvel foi vendido ao senador provincial Francisco Emydio da Fonseca Pacheco. De acordo com jornal da época, ele pagou a “insignificante quantia de 17 contos”, pois naquela época se dava pouca importância aos casarões remanescentes do apogeu do açúcar e do café.No final do século 19, o governo republicano de São Paulo comprou o sobrado, mandou executar reformas e, em 1896, nele instalou o Grupo Escolar Cesário Motta, um dos primeiros do estado.
Em 1989, quando o Grupo Escolar pioneiro já funcionava em outro local, o sobrado recebeu a denominação de Espaço Cultural Almeida Júnior, em homenagem ao notável pintor ituano.

Leia o decreto:


Conforme ao decreto do 22 de decembre 2010,
Art. 1,
O Espaço Externo localizado no Espaço Cultural Almeida Júnior,
passa a denominar-se:


PÁTIO DE EVENTOS “BARÃO DE ITU” – BENTO PAES DE BARROS.




VIDEO DA CASA:


 

 

historia em Itu

Com o descobrimento de ouro em Cuiabá, no início do século XVIII, 
Itu 1831, Debret
a região ituana funcionou como trampolim para aquelas regiões interiores da colônia. Nos seus arredores eram organizadas as monções, expedições fluviais que abasteciam de víveres as minas, levavam e traziam homens e garantiam o fluxo do ouro. Parte dos capitais gerados com a atividade mineradora foi aplicada na compra de terras, escravos negros, plantio de vastos canaviais e montagem de engenhos, a partir de meados do século XVIII. O povoado de Salto de Ytu, como então se chamava, passou a integrar o quadrilátero do açúcar (delimitado por Mogi-Guaçu, Jundiaí, Sorocaba e Piracicaba), a mais rica região produtora daquele produto em São Paulo, situação que se estendeu pela primeira metade do século XIX. Nesta altura, havia mais de quatrocentos engenhos de açúcar e aguardente em São Paulo, cem dos quais na região ituana.

Em 1760, já existiam cerca de 105 casas e mais uma rua, chamada da Palma . Nessa época, Itu se firma como entreposto de comércio na rota entre o sul do país e as regiões mineradoras de Mato Grosso e Goiás. A maioria das casas da Vila eram pequenas e habitadas por gente que pouco ou nada possuía.

Alguns anos depois, em 1776, com o crescimento das lavouras do açúcar e do algodão, a Vila cresceu, contando com 180 casas, tendo ainda as mesmas ruas de antes. Quem dá vida à localidade são os artesãos (sapateiros, ferreiros, latoeiros, carpinteiros, tecelões, costureiras e fiandeiras); eles ocupam 119 casas. Os comerciantes interessados na venda de tecidos, colchas e cobertores para outras regiões, promovem o cultivo do algodão, e a produção caseira de tecidos.

A partir de 1777, a Vila de Itu vai crescer em função dos negócios de exportação de açúcar para a Europa. O número de engenhos de cana e de escravos, agora vindos da África e não do sertão, se multiplicam.

No fim do século a Vila achava-se á vanguarda da produção acucareira. Em 1798 a produção total da Capitania era de 152.840 arrôbas de acúcar. Só Itu nesse ano, produziu 16.635 quintais, o que equivale a 66.540 arrôbas, ou seja, mais de 1/3 do açúcar fabricado em São Paulo- estas quantidades faziam-na a mais opulenta área paulista no período". Foi em este epoca que
  Antonio de Barros Peneado em Itu e o  Capitão Antônio Francisco de Aguiar  de Sorocaba, casado com Gertrudes Eufrosina Aires,(5°s avós de Tiffany) estabelaram um pacto com o objetivo de instituírem uma estratégia matrimonial envolvendo as respectivas proles, de modo a beneficiar os patrimônios de ambas as famílias. Certamente, os chefes de família deviam manter relações comerciais desde longa data e foi a partir dos interesses comuns que nasceu o desejo de estreitarem vínculos. família Aguiar tinha sua riqueza vinculada ao ciclo econômico do tropeirismo, que abarcava como atividades econômicas principais a comercialização de muares, criados na região sul do Brasil, a manutenção de um serviço de transportes baseado em tropas cargueiras e os negócios feitos com gêneros da terra para abastecimento de pontos remotos no interior do País. 

Enquanto a fortuna dos Paes de Barros, amealhada de início, no século XVIII, a partir de lavras de ouro, provinha agora das extensas terras dedicadas ao cultivo de cana-de-açúcar em Itu. Em razão da comercialização do gado muar, Sorocaba estava intimamente ligada às áreas mineradoras e às áreas açucareiras, estas situadas no Oeste paulista, entre as quais se destacava a vila de Itu.

A estratégia de entrelaçar fortemente as duas famílias por meio da instituição do casamento tinha, portanto, como objetivo básico, reforçar o poder político e a abastança das famílias, já que, naquela época, os Aguiar enfrentavam problemas com os Silva Prado. LEIA MAIS EM Itu e Sorocaba, origens de familia


De 1785 a 1792, são abertas as ruas que descem paralelas, pelas encostas do espigão. Nessas ruas e seus prolongamentos pelo lado da Igreja do Patrocínio é que se forma, até 1865, a cidade que hoje constitui o "Centro Histórico". A fase de maior crescimento da cidade foi entre 1836 e 1854, quando atingiu o número de 800 casas. Foi nesta época que Bento Paes de Barros em 1832 foi verador da vila de Itu em 1838 provedor de Santa Casa de Misericordia.



Comarca de Itu

Ouvidoria foi criada em 1811 pelo príncipe regente
Foi por meio de alvará régio, datado de 2 de dezembro de 1811, que se deu a criação da Ouvidoria de Itu/SP, a última em território paulista antes da extinção da instituição em todo o Brasil. O príncipe regente D. João determinou, na ocasião, que a Vila de Itu fosse a sede da Comarca e compreendesse
as Vilas

·        de Sorocaba,
·        São Carlos (atual Campinas),
·        Mogi Mirim,
·        Porto Feliz,
·        Itapetininga,
·        Itapeva e
·        Apiaí,

todas localizadas no Estado de São Paulo.
Em 17 de dezembro de 1811, ocorreu a nomeação do primeiro ouvidor geral e corregedor da Ouvidoria de Itu, Miguel Antonio de Azevedo Veiga (ele foi casado com Escholastica Joaquina de Barros, 4a tia-avó de Tiffany e irmã de Bento Paes de Barros.filhos de Antonio de Barros Penteado e Maria Paula Machado). Miguel Antonio de Azevedo Veiga, de acordo com registros do historiador ituano Francisco Nardy Filho, combatia o tráfico e o cativeiro de índios, o que contrariava os interesses de grupos dominantes da época. 
Em 1832, devido ao artigo 8º do Código do Processo Criminal, foram extintas as Ouvidorias. Logo depois, em 1833, foi nomeado para a Comarca de Itu o juiz de Direito Fernando Pacheco Jordão. O magistrado, natural de Itu, tomou posse em 25 de abril daquele ano, sendo a Câmara Municipal comunicada de tal fato.
No dia seguinte à nomeação, a Câmara Municipal iniciou a organização das listas de jurados das Vilas e Freguesias da Comarca, considerando a posse do magistrado, seguindo as instruções do Código do Processo Criminal e as determinações recebidas do Governo Provincial. O trabalho realizado pela Câmara, auxiliada por juízes de paz e párocos da Comarca, resultou na formação do corpo de jurados no final de 1833.


A Jurisdição da Comarca de Itu ia de Franca a Curitiba.
Até 1838, a Comarca de Itu abrangia as cidades de
  • Itu,
  • Capivari,
  • Constituição (Piracicaba),
  • Araraquara,
  • São Roque,
  • Sorocaba,
  • Itapetininga,
  • Itapeva e Apiaí,
 além das Freguesias (Vilas menores)
  • de Cabreúva,
  • Indaiatuba,
  • Capivari de Cima (Monte Mor),
  • Pirapora (Tietê),
  • Limeira,
  • Ribeirão Claro (Rio Claro),
  • Pirassununga,
  • Una (Ibiúna),
  • Campo Largo de Sorocaba (Araçoiaba da Serra),
  • Tatuí,
  • Paranapanema (Capitão Bonito),
  • Iporanga e
as localidades de


  • Santa Bárbara e
  • Ipanema.
Nesta época, Itu era a Vila mais rica de toda a Província, tendo (desde o início do século) importante participação na vida política e econômica. Em 1857, um ano prima de morte do 1° barâo de Itu, a Vila foi elevada à condição de cidade.


Textos e fontes:
  • livro "Quintal de fabrica" e varios textos por Anicleide Zequini, historiadora, Museu Convenção de Itu,
  • Prefeitura de Estancia turistica de Itu
  • campoecidade.com.br